#Mãos livres

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Na infância e adolescência, algumas pessoas devem ter feito algum comentário açucarado sobre o que eu escrevia, pois eu continuei escrevendo. Peças de teatro, livro sobre amizade, dissertações algo pontiagudas, com interrogações logo no primeiro parágrafo, diários (escritos diariamente, sim!), poesias, enfim. Veio a idade adulta, a síndrome da incompreensão, a exasperação em encontrar as palavras corretas para buscar algum mistério sonegado em gotas de chuva, lagos e árvores herdando os murmúrios da ventania… Continuar lendo