Se não for agora, então quando?

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“E agora, José?
A festa acabou,
A luz apagou,
O povo sumiu,
A noite esfriou”
(Carlos Drummond de Andrade)

Vale despertar no agora, tempo esse fundamental. O presente é o momento da escolha e da ação, dizem os especialistas. Antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

Pois enquanto criam-se castelos no ar, seus alicerces podem muito bem ser fundados no chão, em concreto puro.

Minas não há mais! E não me venham com lições de teogonia que a luz já se apagou.

Mas e se não der, não puder, não vier, não couber nesse tal de agora?

Agora já foi. Vale reiniciar sem compromisso, pois o depois já  assomou.

Pare e observe. As mãos se ocupam do futuro e o texto se recolhe. Mas a história, essa sim, continua.

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