Para o ano novo

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“Ano novo, vida velha. A vida é mais do que calendários, fusos ou órbita gravitacional”

(Carlos Heitor Cony)

É muito pedido à meia noite, muita retrospectiva, muita tinta de caneta gasta, muito tempo passado no celular a percorrer redes sociais, em busca do que se viveu ou de como ser daqui por diante.

Para o novo ano, não é que, de repente, haverá plena paz, nem justiça; nem os homens se entenderão e tirarão os olhos de seus umbigos, já que egotismo não se cura com calendário novo. Também não adianta achar que dá para sair às ruas de alma e bolso abertos a qualquer hora da noite, pois não é que a Constituição de repente haverá de ser cumprida.
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