Feijãozinho

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(Encontrei esse palavreado em meio a revistas de medicina, escrito para o meu primeiro pequenino há uns três anos e achei justo compartilhar nesse espaço, de que ele inspiradoramente faz parte)

Era uma vez um feijãozinho com quem eu nunca sonhei, mas a quem enchi de apelidinhos antes mesmo de conhecer. Não sonhei e nem esbocei características para seu rosto ou sua personalidade. Jamais pude imaginar que esse Feijão teria o sorriso mais iluminado do universo, o olhar mais sedutor e que poderia existir alguém como ele.

Nunca mais houve “meio sim” ou “meio não”, pois ele tornou tudo absoluto. Nunca mais houve quedas, pois estou sempre a flutuar. Nunca mais houve silêncio, pois o amor segue a gritar. Nunca mais houve simples pensamentos e sim grandes sonhos. Nunca mais houve solidão, nem gota qualquer.

Sobre eles

Eles merecem aparecer um pouquinho

Eles merecem aparecer um pouquinho

Amor que sufoca, mas abastece. Que nos engrandece o espírito e também faz com que nos sintamos tão pequenininhos. Amor apaixonado com dedicação exclusiva e que, no entanto, faz com que gostemos mais de nós mesmos, valorizemos nossas melhores virtudes. Amor que faz a gente ser feliz, olhando pro nada. Que faz a rotina ser uma delícia. Amor que dá um suspiro aliviado quando todos dormem e, dali a pouco está morrendo de saudade. Amor que guia, que gruda, que brilha e inunda. Amor que move, liberta, refaz e impulsiona. Amor que nos faz ser a cada segundo. Que toma o minuto pra si. Que é um, dois, cem por vez. Um melhor que o outro.